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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Trevo-estrelado (Trifolium stellatum)




Trevo-estrelado (Trifolium stellatum L.)
Erva anual, vilosa, com 6 a 40 cm; com caules erectos ou ascendentes, simples ou ramificados, com pêlos patentes; folhas alternas, pecioladas (com pecíolo até 9 cm), trifoliadas, com folíolos denticulados no terço superior; flores com corola rosada (por vezes, amarelada ou purpúrea) agrupadas em inflorescências pedunculadas (com pedúnculo até 10 cm) capituliformes, terminais e solitárias.
Tipo biológico: terófito; 
Família: Fabaceae;
Distribuição: Sudeste da Grã-Bretanha; Sul da Europa; Norte de África; Oeste da Ásia; e Macaronésia (limitada, neste caso, aos arquipélagos da Madeira e das Canárias). Introduzida na América do Norte e na Austrália.
Em Portugal, além da presente no arquipélago da Madeira, pode também encontrar-se em quase todo o território do Continente.
Ecologia/habitat: pastagens e relvados pobres, em terrenos por vezes pedregosos e um tanto degradados, bermas de estradas e caminhos, a altitudes até 1000m.
Floração: de Março a Junho.
(Local e data: Serra da Arrábida; 23 - Abril - 2016)
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Ononis dentata

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Ononis dentata Sol. ex Lowe *
Erva anual, pubescente-glandulosa, com caules que podem atingir até cerca de 35 cm, erectos ou ascendentes, simples ou ramificados a partir da base; folhas, em geral trifoliadas, com folíolos dentados na metade apical; flores pediceladas, patentes durante a antese, pêndulas posteriormente, dispostas isoladamente nas axilas foliares, com corola  formada por estandarte rosado, asas e quilha esbranquiçadas.
Característica que convém confirmar; sépalas linear-espatuladas, com um ou mais dentes no ápice. (fonte)
Tipo biológico: terófito:
FamíliaFabaceae
Distribuição: Península Ibérica, Sicília, Sardenha e  Macaronésia (limitada aqui aos arquipélagos da Madeira e das Canárias).
Em Portugal Continental, encontra-se apenas  no Algarve, Baixo Alentejo, Estremadura e Beira Litoral.
Ecologia/habitat: terrenos arenosos litorais e arribas costeiras,
Floração: de Abril a Junho.  
*Sinonímia: Ononis reclinata L. subsp. dentata (Sol. ex Lowe) M. Laínz
[Local e data: litoral da Serra da Arrábida: 17 - Abril - 2014 (fotos 1, 2 e 4); 23 - Abril 2016 (Fotos restantes)

sexta-feira, 4 de março de 2016

Dorycnium rectum






Dorycnium rectum (L.) Ser.*
Erva perene (com 30 a 200cm) algo lenhosa na base, com caules erectos ou ascendentes muito ramificados.
Tipo biológico: Caméfito;
Família: Fabaceae;
Distribuição: Região Mediterrânica.
Em Portugal ocorre apenas no território do Continente, designadamente no Algarve, Baixo Alentejo, Estremadura, Ribatejo e Beira Litoral.
Ecologia/habitat: margens de cursos de águas, preferentemente em substratos básicos, a altitudes até 1300m.
Floração: de Maio a Agosto.
*Sinonímia:Lotus rectus L.(Basónimo
(Local e datas; Alte Arrábida: Junho 2014; Julho 2015)

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Trevo-de-folhas-estreitas (Trifolium angustifolium)



Trevo-de-folhas-estreitas (Trifolium angustifolium L.) também designado, vulgarmente, por Rabo-de-gato e por Trevo-massaroco é uma planta da família Fabaceae, originária da Região Mediterrânica, Sudoeste da Ásia e Norte de África, mas naturalizada em várias outras regiões e países, como a  Austrália e os Estados Unidos da América, por exemplo. Em Portugal distribui-se por todo o território, incluindo os arquipélagos da Madeira e dos Açores (aqui como planta naturalizada). É considerada como uma espécie típica de terrenos secos e arenosos, mas também se encontra em terrenos húmidos, uns e outros cultivados e incultos e mesmo em terrenos à beira dos caminhos.
É utilizada como forragem para alimentação de animais. 
(Local e data: Serra da Arrábida; 6 -Maio - 2015)
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Genista tournefortii subsp. tournefortii






Genista tournefortii Spach subsp. tournefortii 
Pequeno arbusto (tipo biológico: caméfito) que, por norma, não ultrapassa, em altura, 50cm, moderamente espinhoso, se nos ativermos ao padrão geral das espécies do mesmo género, com caules ascendentes ou decumbentes,  muito ramificados, com ramos velhos desprovidos de folhas, mas com espinhos não muito agressivos e ramos novos, vilosos (revestidos com pêlos compridos e macios), inermes, com folhas inteiras, alternas, sem estípulas, de ovadas a lanceoladas, algo vilosas, com  pêlos em ambas as páginas (frente e verso). Inflorescências em cacho agrupando flores com corola amarela em que sobressai a quilha, bem maior do que o estandarte, este, por sua vez, maior do que as asas.
Família: Fabaceae;
Distribuição: Endemismo ibérico, com ocorrência limitada ao Centro e Oeste da Península Ibérica. Em Portugal assinala-se a sua presença apenas no território do Continente (Estremadura, Ribatejo, Beira Litoral, Beira Alta e Trás-os-Montes).
Ecologia/habitat: terrenos de mato; orlas e clareiras de bosques, em geral, sobre solos calcários, a altitudes até 1500m.
Floração: de Março a Julho.
(Local e data: Cabo Espichel - Serra da Arrábida: 4 - Abril - 2015 )

sábado, 3 de janeiro de 2015

Ervilhaca-dos-campos (Lathyrus ochrus)

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Ervilhaca-dos-campos *[Lathyrus ochrus (L.) DC.]
Erva anual ou bienal (tipo biológico: terófito ou hemicriptófito) escandente, com caules alados, simples, ou ramificados desde a base, que podem atingir até 1.5 m;
Distribuição: Sul da Europa, desde a Península Ibérica até à Crimeia; Turquia e Próximo Oriente; Norte e Centro de África; e  Macaronésia (?).
Presente em Portugal, como espécie autóctone, no território do Continente (Algarve, Alto e Baixo Alentejo, Estremadura e Beira Litoral) e como espécie introduzida nos Açores e na Madeira.
Ecologia/habitat: relvados húmidos, sebes, orlas de campos de cultivo, bermas de estradas e caminhos, a altitudes até aos 750m.
Floração: de Março a Junho.
*Outros nomes comuns: Chicharão-preto; Ervilha-de-campos.
[Local e datas: Arrábida; 9 - Janeiro- 2014 (foto7): 22- Fevereiro -  2014 (foto 2); 19 - Março - 2014 (fotos 1, 3 e 6); 28 - Março 2014 (foto 4);  23 - abril - 2014 (foto 5)]

domingo, 2 de novembro de 2014

Ervilhaca-silvestre (Lathyrus aphaca)




Ervilhaca-silvestre ou Ervilhaca-olho-de-boneca (Lathyrus aphaca L.)
Erva anual (tipo biológico: terófito) da família Fabaceae, com caules ascendentes, ramificados que podem atingir até 60 cm. As folhas, por via de regra, sem folíolos, estão transformadas em gavinhas simples, estando, no entanto, providas de espículas ovadas ou suborbiculares tão desenvolvidas que se assemelham a folhas. Inflorescências pedunculadas reduzidas a uma única flor com pétalas amarelas.
Distribuição: grande parte da Europa (Sul Centro e Oeste) Sudoeste e Centro da Ásia, Norte de África e Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias). Presente também na China, Japão e América do Norte, como planta introduzida.
No que diz respeito à sua distribuição em Portugal, refira-se que além de presente nos Açores (como planta introduzida (?) e na Madeira, também ocorre em grande parte do território do Continente (Algarve, Alto e Baixo Alentejo, Estremadura, Ribatejo, Beira Litoral, Douro Litoral e porventura também em Trás-os-Montes).
Ecologia/habitat: em relvados húmidos, clareiras de bosques e de matagais, na orla de terrenos cultivados e em pousio, a altitudes até 1700m. É indiferente à composição do solo.
Floração: de Março a Agosto.
(Local e data: Serra da Arrábida; 10 - Maio - 2014)

domingo, 9 de março de 2014

Tremoceiro-amarelo (Lupinus luteus)




Tremoceiro-amarelo (Lupinus luteus L. )
Também designado por Tremocilha, o Tremoceiro-amarelo é uma planta da família Fabaceae, nativa da parte ocidental da Região Mediterrânica, mas cultivada, actualmente, noutras regiões do globo, como planta forrageira. Nalguns países, como a Austrália, onde foi introduzida, com esta finalidade, não só se adaptou perfeitamente nalgumas regiões, como é já considerada planta invasora. Em Portugal, surge espontâneo por quase todo o território. Nesta altura do ano, podem encontrar-se, sobretudo em terrenos incultos com solos arenosos, extensões, mais ou menos amplas, pintadas com o amarelo das suas flores.
(Local e data: Serra da Arrábida; 8 - Março - 2014)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Ononis viscosa subsp. breviflora




Ononis viscosa subsp. breviflora (DC.) Nyman*

Erva anual (tipo fisionómico: terófito), da família Fabaceae, com caules muito ramificados, hirsuto-glandulosos, ascendentes ou erectos que podem atingir entre 70 a 100 cm de altura.
Distribuição geral: Região Mediterrânica.
Aparentemente pouco vulgar em Portugal é, no entanto, dada como presente no Algarve, Ribatejo, Estremadura e Beira Litoral.
Habitat: Terrenos incultos, pastagens na orla de florestas, clareiras de matos, bermas de estradas e caminhos sobre substrato geralmente básico.
Floração: de Abril a Junho;
Sinonímia: Ononis breviflora DC. (basónimo).
(Local e data: Serra da Arrábida; 20 - Maio - 2011)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Joina-das-areias (Ononis ramosissima)




Joina-das-areias (Ononis ramosissima L.)
Pequeno arbusto (até 60 cm de altura) de forma arredondada, da família Fabaceae. Apresenta caule erecto, muito ramificado desde a base, com ramos pouco lenhosos, revestidos, tal como as folhas, de glândulas que tornam a planta pegajosa ao tacto. Distribui-se, em geral, por toda a bacia do Mediterrâneo, ocorrendo ao longo do litoral, nas areias das dunas e nas falésias. Também se aventura, no entanto, alguns quilómetros  pelo interior (como acontece no caso das  plantas reproduzidas nas imagens supra) onde aparece a colonizar terrenos secos e  pedregosos.
Floração: de abril a junho.
Local e data: Serra da Arrábida; 30 - abril - 2012)
(Clicando nas imagens, amplia)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Tremoção (Astragalus lusitanicus)



Tremoção  (Astragalus lusitanicus Lam.)

Planta da família Fabaceae, também designada, vulgarmente, por Alfavaca-dos-montes, Alfavaca-silvestre e Erva-canudo, pode atingir mais de meio metro de altura. Distribui-se pela Península Ibérica, e noroeste de África (Marrocos e Argélia). Em Portugal é mais comum no centro e sul do território do Continente. No norte ocorre apenas na região do Alto Douro e mesmo aí é raro. Na Arrábida e em toda a Península de Setúbal, onde já se encontra agora em floração, é particularmente abundante. Surge, sobretudo, em zonas de matagal e de floresta e, em geral, em campos incultos.

Floresce de fevereiro a junho.

Pascoinhas ( Coronilla valentina subsp. glauca)



Pascoinhas [Coronilla valentina L. subsp. glauca (L.) Batt. in Batt. et Trab.]
(Mais informação: aqui)