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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Salva-brava (Phlomis lychnitis )





Salva-brava ou Candeiolas (Phlomis lychnitis L.)
Planta perene, de pequeno porte (20-60cm), da família Lamiaceae, com caule branco-tomentoso, simples ou pouco ramificado; folhas aveludadas, inteiras, (as basilares linear-lanceoladas e as caulinares lanceoladas); flores de corola amarela dispostas em coroa formada na axila das folhas superiores. 
Originária do Sudoeste europeu (Península Ibérica e França), desenvolve-se em terrenos de matos baixos, pedregosos e, geralmente, calcários. Em Portugal ocorre de forma descontínua no centro e sul do território do Continente.
É cultivada como planta ornamental. 
Floração: de Abril a Agosto.
(Local e data: Serra da Arrábida; 21 - Maio - 2018)

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Rosmaninho (Lavandula stoechas subsp. stoechas)





Rosmaninho * (Lavandula stoechas L. subsp. stoechas)
Pequeno arbusto, muito aromático, com 25 a 100 cm; caules folhosos muito ramificados; folhas com tamanho mais ou menos uniforme, inteiras, com indumento esbranquiçado, de lineares a lanceoladas, com frequência com margens revolutas e nervação reticulada facilmente perceptível na página inferior; flores (com corola bilabiada, com 4 a 5 mm de diâmetro, de cor azul ou violeta muito escura na parte superior) agrupadas em inflorescências espiciformes, pedunculadas (com pedúnculo mais curto que a espiga) e formadas por verticilos com 6 a 14 flores cada um, com remate de brácteas coloridas em forma de penacho.
Tipo biológico: fanerófito; caméfito;
Família: Lamiaceae / Labiatae;
Distribuição: Região Mediterrânica e Canárias;
Em Portugal ocorre em todas as regiões do Continente.
Ecologia/habitat: clareiras de matos e bosques, em terrenos pobres, por vezes, pedregosos, preferentemente siliciosos, geralmente em locais ensolarados, a altitudes até 1700m.
Floração: de Fevereiro a Julho.
*Outros nomes comuns: Cabeçuda; Arçã;
[Local e datas: Serra da Arrábida; 23 - Abril - 2016 (fotos 1 a 3); 13 Abril- 2012 (foto 4)]

terça-feira, 16 de maio de 2017

Erva-crina, Abiga, ou Erva-moscada [Ajuga iva var. pseudoiva)





Erva-crina, Abiga, ou Erva-moscada [Ajuga iva var. pseudoiva (DC.) Briq.] 
Erva perene, de base lenhosa, multicaule, com 4 a 15 cm, apresentando-se ramificada desde a base: com folhas oblongas ou oblongo-espatuladas, inteiras ou dentadas, mais ou menos densamente pilosas; flores dispostas aos pares em verticilos axilares.
É reconhecida a existência nesta espécie de duas variedades: A. iva var. iva, com corola rosada e folhas com pilosidade pouco densa e A. iva var. pseudoiva. (aqui apresentada) com corola amarela, eventualmente branca, com manchas de cor púrpura e folhas densamente pubescentes.
Tipo biológico: hemicriptófito:
Família: Lamiaceae;
Distribuição: Região Mediterrânica, e Macaronésia. 
Em Portugal ocorre, quer na Madeira, quer no território do Continente e designadamente no Algarve, Alentejo, Estremadura, Ribatejo e Beira Litoral. 
Ecologia/habitat: pastagens de sequeiro com preferência por solos argilosos, calcários, margosos ou areias litorais, a altitudes até 1300m.
Floração: de Abril a Outubro.
(Local e data: Serra da Arrábida; 7 - Maio - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Erva-férrea (Prunella vulgaris)




Erva-férrea (Prunella vulgaris L.)
Também conhecida pelas designações comuns de Consolda-menor e Prunela, a Prunella vulgaris é uma erva vivaz da família Lamiaceae. Originária, segundo se afirma, das zonas temperadas da Europa e da Ásia, encontra-se, actualmente, presente na maior parte das regiões temperadas do globo, ocorrendo normalmente em lugares húmidos, frequentemente nas margens de cursos de água e em terrenos relvados, mas também em sítios pouco ensolarados ao longo de valetas de estradas e caminhos que recebem as escorrências da água da chuva.
Em Portugal, segundo esta fonte, ocorre em todo o país.
São-lhe atribuídas muitas propriedades curativas (v. aqui e aqui).
Floresce ao longo da Primavera e do Verão.
(Local e data: Serra da Arrábida; 17 - Abril - 2015)

sábado, 7 de março de 2015

Marroio-branco (Marrubium vulgare)







 
Marroio-branco * (Marrubium vulgare L.)
Pequeno arbusto (18 a 80 cm), perene, multicaule (tipo biológico: hemicriptófito), da família Lamiaceae
Distingue-se das espécies suas congéneres pela morfologia do cálice, em geral com 10 com dentes encurvados e pela cor da corola (esbranquiçada ou creme)
Distribuição: espécie originária de quase toda a Europa e do Norte de África, entretanto introduzida e naturalizada em quase todo o globo. No que respeita a Portugal, ocorre enquanto espécie autóctone em todo o território do Continente e na Madeira e como espécie introduzida, no arquipélago dos Açores.
Ecologia/habitat: locais abandonados, relvados em  clareiras de matos, terrenos incultos, perturbados e nitrificados e bermas de caminhos, a altitudes até 1500m. Indiferente à composição do solo, aparecendo, no entanto, com frequência em terrenos calcários ou margosos.
Floração: de Março a Outubro
Outras designações comuns: Erva-virgem;  Marroio; Marroio-vulgar; Marroio-de-França
(Local: Serra da Arrábida, em várias  datas) 

sábado, 29 de novembro de 2014

Salva-dos-caminhos (Salvia verbenaca)






Salva-dos-caminhos * (Salvia verbenaca L.)
Erva vivaz (tipo biológico: hemicriptófito) da família Lamiaceae, com caule erecto (5 a 60 cm de altura) simples, ou rara e escassamente ramificado, revestido de pêlos glandulíferos e não glandulíferos; folhas basais pecioladas, ovadas, ou oblongo-lanceoladas, com recortes geralmente profundos; folhas superiores sésseis e semi-amplexicaules; flores bilabiadas com corola de cor violeta, azul violeta ou esbranquiçada, dispostas (4 a 8) em verticilos integrados numa inflorescência simples ou pouco ramificada.
Distribuição: Sul e Oeste da Europa; Norte de África e Oeste da Ásia. Naturalizada na América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. 
Em Portugal distribui-se como espécie autóctone por todo o território do Continente e também pelo arquipélago da Madeira.
Ecologia/habitat: relvados (prados e pastagens), bermas de estradas e caminhos, terrenos perturbados, a altitudes até aos 1750m, Indiferente à composição dos solos.
Floração: ao longo de todo o ano.
* Outros nomes comuns: Erva-crista; Galocrista; Jarvão. 
(Lugares e datas; Serra da Arrábida; 6 - Março - 2014)
(Clicando na imgem, amplia)

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Teucrium haenseleri

 




Teucrium haenseleri Boiss. 
Subarbusto com 15 a 40 cm, (tipo biológico: caméfito) da família Lamiaceae, com caules hirsutos ou pubescentes, erectos, por vezes ascendentes e outras vezes prostrados, com folhas sésseis dispostas em verticilos de 3 ou 4.
Distribuição: é um endemismo ibérico com distribuição limitada ao Centro, Sul e Sudoeste da Península. Em Portugal a sua ocorrência está limitada ao Algarve, Baixo Alentejo e Estremadura. 
Já agora refira-se que na Arrábida é uma espécie bastante comum.
Ecologia/habitat: clareiras de matagais e de bosques, encostas pedregosas, bermas de caminhos, sobre solos calcários, ultrabásicos, xistosos, ou arenosos.
Floração: de Maio a Julho.
(Local e data: Serra da Arrábida; 10/24 - Maio - 2014)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Carvalhinha (Teucrium chamaedrys)







Carvalhinha * (Teucrium chamaedrys L.)
Subarbusto de pequenas dimensões (10 a 20 cm.) da família Lamiaceae (tipo biológico: caméfito) com crescimento cespitoso; com folhas, em geral, com margens crenadas e flores com corola unilabiada de cor púrpura agrupadas (2 a 6) em verticilastros em número variável.
Distribuição: Região Mediterrânica; centro da Europa e Ilhas Britânicas; Sudoeste da Ásia; Argélia e Marrocos, no Norte de África. Em Portugal faz companhia a cerca de uma dezena e meia de outras espécies do mesmo género, incluindo duas que são endemismos portugueses (Teucrium vicentinum e Teucrium salviastrum), mas, aparentemente, não é muito comum. A Flora Ibérica dá a sua ocorrência como certa nas antigas províncias da Beira Alta e da Beira Baixa e como duvidosa na Beira Litoral e na Estremadura. No entanto, o portal da SPBotânica (Flora.on) não regista, até agora, qualquer ocorrência naquelas duas primeiras províncias.
Ecologia/habitat: Prados e matagais abertos de montanha; clareiras de bosques; rochedos e encostas solarengas; taludes e bermas de caminhos, em solos calcários ou margosos, a altitudes entre 400 e 2400m.
Floração: de Maio a Setembro.
*Outros nomes comuns:Erva-carvalhinha; Erva-carvalha; Carvalho-pequeno; Camédrios
(Local e data: Cabo Espichel - Serra da Arrábida; 24 - Maio - 2014)
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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Bela-luz (Thymus mastichina)





Bela-luz ou Tomilho-alvadio (Thymus mastichina L.)
Pequeno arbusto, muito aromático (tipo biológico: caméfito) da familia Lamiaceae, com caule (50 a 80 m) muito ramificado, erecto ou ascendente.
Distribuição: endemismo ibérico que, em Portugal, se distribui por quase todo o território do Continente.
Ecologia/habitat: aparentemente indiferente à natureza do substrato, pois encontra-se em solos formados pela desagregação quer de rochas graníticas, quer de rochas xistosas ou calcárias, surge, no entanto habitualmente, em  terrenos pedregosos, secos,  na berma de estradas, em clareiras de matos e de bosques e em campos de cultivo abandonados ou em pousio, a altitudes entre os 5 e os 1500m.
Floração: de Abril a Julho.
(Local e data: Serra da Arrábida; 10 Maio - 2014)
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