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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Lavatera maritima






Lavatera maritima Gouan
Pequeno arbusto (tipo biológico: caméfito) com 30 a 150 cm de envergadura, com caule muito ramificado, todo ele coberto por tomento denso, esbranquiçado; folhas tri ou pentalobadas, com lóbulos pouco profundos e arredondados; flores, em geral, solitárias, axilares, com pedúnculos mais compridos do que o pecíolo das folhas respectivas, com pétalas de cor rosa pálido, mas com a unha de cor púrpura.
FamíliaMalvaceae;
Ecologia/ habitat: matagais, ribanceiras e arribas litorais, em terrenos muito secos e pedregosos, algo perturbados, sobre substrato calcário ou margoso.
Distribuição: Região Mediterrânica Ocidental (Península Ibérica, França, Itália, Córsega, Sardenha, Tunísia  Argélia  e Marrocos). Presente também em Portugal, onde é, no entanto, espécie muito rara. Segundo o portal da APBotânica (Flora.On) existe apenas "nas arribas marítimas do Cabo Espichel até Arrábida". 
Floração: de Janeiro/Fevereiro a Junho.
(Local e data: arribas do Cabo Espichel a poente do Forte do Cavalo - Sesimbra; 29 - Janeiro - 2014)

sábado, 26 de janeiro de 2013

Lavatera olbia


 



Lavatera olbia L.

Arbusto, ou sub-arbusto, da família Malvaceae, com caule com 0,6 a 2,5 m de altura, frequentemente muito ramificado, folhas com limbo tomentoso, oblongo-ovado a lanceolado, quinquelobado ou trilobado, se bem que na parte superior se apresente, por vezes, apenas ligeiramente recortado; flores solitárias, axilares, com corola com cinco pétalas de cor púrpura.
Distribuição: Região Mediterrânica Ocidental. Em Portugal, a sua ocorrência está, ao que parece, limitada à Beira Litoral, Estremadura, Alentejo e Algarve.
É utilizada como planta ornamental. Devido certamente a tal uso, encontra-se naturalizada na Inglaterra.
Habitat: geralmente, em lugares com alguma humidade e, designadamente,  nas margens de pequenos cursos de água, na orla de matagais, na berma de caminhos, sobre solos calcários, argilosos ou arenosos.
Floração: de Maio a Setembro
(Local e datas: Serra da Arrábida; 6/22 - Maio - 2012)

terça-feira, 6 de março de 2012

Malva-de-três-meses (Lavatera trimestris)



Malva-de-três-meses *(Lavatera trimestris L.)
Erva anual, da família Malvaceae, ramificada, com ramos erectos ou ascendentes que pode atingir até 80 cm de altura, apresentando folhas superiores trilobadas e dentadas e inferiores mais arredondadas; flores, em geral, solitárias, com pétalas, em regra, rosadas. 
É nativa da Região Mediterrânica, mas encontra-se naturalizada noutras paragens, pois é cultivada como planta ornamental.
Em Portugal ocorre espontaneamente sobretudo no centro oeste, no centro sul e no sudoeste e sudeste do território do Continente, geralmente, em campos incultos, ou cultivados em pousio, em terrenos arenosos, argilosos e calcários.
Floração: durante a primavera e o verão.
*Também conhecida pelas designações comuns de Lavatera-de-três-meses;Malva-rosa e Malva-real
(Local e data: Serra da Arrábida; 10 - maio - 2011)(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Malva-de-Espanha (Malva hispanica)


Malva-de-Espanha (Malva hispanica L.)
Herbácea anual da família Malvaceae, geralmente, com porte erecto, mas, por vezes, prostrada, ramificada a partir da base, pode atingir cerca de 70 cm de altura. Distribui-se pela Península Ibérica (rareando, no entanto, no norte peninsular) e pelo noroeste de África ( Marrocos e Argélia). Na Serra da Arrábida, onde a fotografei, encontrei-a, quer em encostas, em terrenos calcários, secos e pedregosos, quer nos vales, em terrenos de cultivo em pousio e com alguma humidade. Pelas consultas que fiz, concluo, porém, que a espécie tem preferência por solos arenosos e é mais frequente em charnecas e outeiros.
Floração: de abril a agosto.
(Local e data: Serra da Arrábida; 10 - maio - 2011)
(Clicando nas imagens, amplia)