Mostrar mensagens com a etiqueta Asteraceae. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Asteraceae. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Cardo-amarelo (Carlina hispanica)





Cardo-amarelo(Carlina hispanica Lam. **)
Planta herbácea, perene, rizomatosa, espinhosa, com caules erectos, geralmente ramificados, frequentemente a partir da base, podendo atingir até cerca de 85 cm de altura;  folhas sésseis, rígidas, espinhosas, com margem sinuado-dentada; flores amarelas, reunidas em capítulos, apresentando estes brácteas interiores de cor dourada.
Tipo biológicohemicriptófito;
FamíliaAsteraceae (Compositae)
Distribuição geral; Península Ibérica e Noroeste de África
Distribuição em Portugal;  é uma planta que se encontra com frequência em grande parte do território do Continente;
Habitat: clareiras de bosques e matagais, terrenos baldios e em pousio, dunas, bermas de estradas e caminhos, a altitudes até 1700 m. Indiferente à  natureza dos solos; 
Floração: de Maio a Setembro;
*Outros nomes comuns:  CardolCardo-dos-cachosEspinho-de-cabeça;
** Sinonímia: Carlina corymbosa subsp. hispanica (Lam.) A. Bolòs & Vigo
[Avistamento: Serra do Louro (P N Arrábida); 9 - Agosto - 2021]
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Escorcioneira-de-folha-estreita (Scorzonera angustifolia var. angustifolia)







Escorcioneira-de-folha-estreita (Scorzonera angustifolia L. var. angustifolia)
Planta perene, raramente bienal, provida de rizoma, com caule erecto, simples ou pouco ramificado; folhas alternas, lineares, inteiras e compridas; flores liguladas, amarelas, dispostas em capítulos terminais e solitários.
Tipo biológico: hemicriptófito;
FamíliaAsteraceae (Compositae
Distribuição geral: Península Ibérica e noroeste de Marrocos;
Em Portugal: presente, de forma dispersa, irregular e pouco densa, ao longo de quase todo o território do Continente.
Ecologia/habitat: "Clareiras de matos xerófíticos, taludes e pousios. Em locais secos e expostos, sobre substratos xistosos ou calcários, frequentemente pedregosos"(Flora.On)
Floração: de Abril a Julho.
(Local e data: Serra do Louro (P.N. Arrábida);  26 - Maio - 2021)
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Hyoseris scabra





Hyoseris scabra L.
Erva anual de reduzidas dimensões (5 a 10cm); folhas com lóbulos dentados e apiculados, todas dispostas em roseta basal; flores com lígulas amarelas agrupadas em pequeno número (5 a 12) em capítulos estreitos.
Tipo biológico: terófito;
Família: Asteraceae;
Distribuição: Região Mediterrânica;
Em Portugal ocorre apenas no território do Continente, circunscrita à Estremadura e Algarve.
Ecologia/habitat: terrenos de pastagem secos, em solos calcários.
Floração: de Fevereiro a Maio.
[Local e data da observação: Serra do Risco (Arrábida); 6 - Fevereiro - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Macela-de-São-João (Achillea ageratum)






Macela-de-São-João* (Achillea ageratum L.)

Planta herbácea, da família Asteraceae, com base lenhosa, caules simples ou ramificados (20-80 cm de altura), folhas basilares pecioladas e recortadas; as superiores sésseis e com margens serradas; flores pequenas e numerosas agrupadas em inflorescências dispostas em corimbos coloridos de amarelo-forte.
É considerada nativa da Região Mediterrânica Ocidental. Em Portugal ocorre sobretudo, no centro e sul do país, em terrenos incultos, geralmente húmidos, normalmente, em solos mais ou menos argilosos e calcários
A época da floração é, frequentemente, situada entre os meses de Julho e Setembro, mas as plantas das imagens já estavam em plena floração no início de Junho.
* Outras designações comuns: Macela-francesa; Mil-em-rama; Milfolhada. 
(Local e data: Serra da Arrábida; 1 - Junho - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 27 de outubro de 2019

Malmequer (Glebionis coronaria)




Malmequer *[Glebionis coronaria (L.) Cass. ex Spach **]
Erva anual, em geral, glabra, com caules que podem atingir de 20 a 100cm, ramificados na metade superior; folhas muito divididas; as inferiores e médias bipenatissectas, as superiores penatissectas; flores agrupadas em capítulos, apresentando as exteriores (femininas) lígulas brancas e amarelas na base, por vezes, integralmente amarelas e as do disco (hermafroditas) de dimensões reduzidas (cerca de 4 mm) todas amarelas.
Tipo biológico: terófito;
Família: Asteraceae (Compositae)
Distribuição: planta originária da Região Mediterrânica e do Sudoeste da Ásia, actualmente naturalizada em várias regiões do globo, designadamente no Leste da Ásia e América do Norte.
Em Portugal ocorre como espécie autóctone nas regiões do Centro e Sul do Continente e como espécie introduzida nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. 
Ecologia/habitat: planta ruderal e nitrófila, encontra-se em terrenos cultivados e incultos, baldios, entulheiras, bermas de estradas e caminhos. 
Floração: de Fevereiro a Junho.
* Outros nomes comuns: pampilho; pampilho-vulgar; pampilho-coroado.
** Sinonímia: Chrysanthemum coronarium L. (Basónimo).
Nota: As folhas desta planta e os talos, quando tenros, são comestíveis e usados na culinária de vários países asiáticos, incluindo a China e o Japão.
(Local e data: Serra da Arrábida; 17 - Março - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

terça-feira, 16 de abril de 2019

Colher-de-pastor (Rhaponticum coniferum)








 Colher-do-pastor [Rhaponticum coniferum (L.) Greuter *]
Erva rizomatosa, perene, verde-acinzentada, revestida com tomento branco; com caules erectos, simples ou ramificados que, raramente ultrapassam 30 cm de altura; flores agrupadas em capítulos ovoides ou globosos, com invólucro semelhante a uma pinha formado por brácteas coriáceas dispostas em 10 a 15 séries.
Tipo biológico: hemicriptófito;
Família: Asteraceae (Compositae);
Distribuição: Região Mediterrânica Ocidental.
Em Portugal ocorre apenas no território do Continente distribuindo-se desde o Algarve até Trás-os-Montes, mas de forma descontínua, pois, aparentemente, está ausente quer da Beira Alta e da Beira Baixa, quer do Minho e do Douro Litoral. 
Ecologia/habitat: orla e clareiras de matos, em terrenos secos e pedregosos de natureza calcária.
Floração: de Abril a Julho.
*Sinonímia: Centaurea conifera L. (Basónimo): Centaurea pitycephala Brot.; Leuzea conifera (L.) DC.
[Local e data do avistamento: Arrábida; 13/16 - Abril - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Senecio angulatus








Senecio angulatus L.f.
Planta da família Asteraceae ou Compositae é originária da África do Sul, tendo sido introduzida como planta ornamental na Austrália, Nova Zelândia e em vários países europeus, Portugal incluído, e naturalizada, se não em todos eles, pelo menos em alguns desses países, como parece ser o caso de Portugal.
Trata-se de um arbusto (tipo biológico: fanerófito) muito ramificado e compacto, com comportamento escandente. Caso encontre algum obstáculo (muro, sebe, ou árvore) que lhe sirva de suporte aproveita-o para trepar, podendo atingir até cerca de 6m de altura. Na falta de suporte, desenvolve-se alastrando os ramos pelo terreno circundante duma forma que chega a ser surpreendente pela rapidez, com evidente prejuízo para outras espécies que, impedidas com o avanço do S. angulatus de acederem à luz do sol, acabam por definhar e morrer.
Ecologia/habitat: Em Portugal surge geralmente, como espécie subespontânea. em terrenos abandonados, incultos, em baldios e na berma de caminhos, na proximidade de habitações. Em geral serão plantas escapadas de jardins existentes nas imediações, podendo ter origem quer nas sementes transportadas pelo vento, quer em resíduos de jardins despejados em terrenos baldios contendo caules que, posteriormente, ganharam raízes.
Floração: em Portugal a floração decorre em grande parte do ano e designadamente no Outono e Inverno.
[Local e data do avistamento: Praia do Creiro (Arrábida); 23 - Janeiro - 2019]
(Clicando nas imagens, amplia)

sábado, 27 de outubro de 2018

Pão-posto (Anacyclus radiatus)




Pão-posto ou Pimposto (Anacyclus radiatus Loisel.)
Erva anual, com 20 a 60 cm, mais ou menos densamente tomentosa, com caules erectos e em geral ramificados; folhas multipenatissectas (2 ou 3 vezes) com segmentos aproximadamente lineares, mucronados; flores amarelas, liguladas as exteriores, dispostas numa ou em duas filas, tubulares as interiores, agrupadas em capítulos protegidos por brácteas involucrais tomentosas, as médias e interiores com uma extensão escariosa e franjada no ápice.
Tipo biológico: terófito;
Família: Asteraceae (Compositae);
Distribuição: Região Mediterrânica.
Em Portugal está presente, como espécie autóctone, em quase todo o território do Continente e como espécie introduzida, no arquipélago dos Açores.
Ecologia/habitat: considerada como planta ruderal, encontra-se em taludes e bermas de estradas e caminhos, em terrenos baldios ou em pousio, em depósitos de entulhos e noutros locais perturbados, com alguma preferência por solos arenosos.
Floração:de Março a Agosto.
(Local e data do avistamento: Serra da Arrábida; 19 - Abril - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Pampilho-de-micão (Coleostephus myconis)






Pampilho-de-micão * [Coleostephus myconis (L.) Rchb.f.]
Erva anual da família Asteraceae, com caule de suberecto a erecto, ramificado, que pode atingir até 50cm de altura. Apresenta folhas inferiores pecioladas e superiores auriculadas, umas e outras serradas;  capítulos florais, com 2,5 a 4,5 cm de diâmetro, com flores exteriores liguladas e interiores tubuloso-campanuladas, umas e outras geralmente de cor amarela.
Nativa da Região Mediterrânica e do sul da Europa, foi introduzida no Uruguai, norte da Argentina e sul do Brasil, onde se encontra naturalizada.
É pouco exigente quanto à composição do solo, ocorrendo com maior frequência em relvados e pastagens, mas também pode encontrar-se em baldios, em campos cultivados ou incultos e à beira de estradas e caminhos. 
Em Portugal é vulgar em todo o território do Continente.
Floração: de Fevereiro a Agosto.
*Também designada por Olhos-de-boi e Pampilho.
(Local e data: Serra da Arrábida; 19 - Abril - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

domingo, 16 de julho de 2017

Cardo-azul (Carduncellus caeruleus)

 





 
Cardo-azul [Carduncellus caeruleus (L.) K. Presl]
Planta da família Asteraceae, de dimensões modestas (20-60cm de altura) o Canduncellus caeruleus apresenta, geralmente, caules simples, cobertos, em parte, com pelos esbranquiçados; folhas dentadas, munidas de espinhos nas margens; e flores azuis reunidas em capítulos terminais.
Distribui-se por grande parte da Região Mediterrânica e Ilhas Canárias. Em Portugal ocorre, sobretudo no centro oeste e no sul do território do Continente, em terrenos cultivados e incultos, manifestando preferência, segundo me parece, por solos calcários com alguma profundidade e boa exposição solar.
Floresce de Maio a Julho.
Sinonímia: Carthamus caeruleus L., Kentrophyllum caeruleum (L.) Gren. & Godr.; Onobroma caerulea (L.) Gaertn.]
(Local e data: Serra da Arrábida; 7 Maio 2017)