sexta-feira, 17 de março de 2017

Jornada dedicada às orquídeas silvestres da Serra da Arrábida


 Orchis papilionacea L. (Flor-borboleta)

Aceras anthropophorum (L.) W.T.Aiton (Rapazinhos)


Himantoglossum robertianum ( Loisel. ) P. Delforge (Salepeira-grande)

Ophrys bombyliflora Link (Erva-mosca)


Ophrys fusca Link subsp. fusca (Moscardo-maior)


Ophrys lutea Cav. (Erva-abelha)

Ophrys scolopax Cav. (Flor-dos-passarinhos)


Ophrys speculum Link subsp. speculum (Abelhão)

Ophrys tenthredinifera Willd.


Orchis conica Willd.


Orchis italica Poir. (Flor-dos-macaquinhos)

(Local e data: Serra da Arrábida; 17 - Março - 2017)

domingo, 5 de março de 2017

Campainhas-rabanete (Campanula rapunculus)





Campainhas-rabanete *(Campanula rapunculus L.)
Erva bienal, com caule erecto, simples ou ramificado, que pode elevar-se até cerca de 1m.
Tipo biológico:hemicriptófito: 
Família: Campanulaceae;
Distribuição:Centro e Sul da Europa; Norte de África; Próximo Oriente.
Em Portugal ocorre em todo o território do Continente.
Ecologia/habitat: Relvados, bosques e matagais, taludes, bermas de estradas e caminhos, a altitudes até 2100m.
Floração: de Março a Agosto
*Outros nomes comuns: Espera-do-campo; Rapôncio; Rapúncio.
[Local e data: Serra da Arrábida; 1 - Junho - 2016]
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Funcho-do-mar (Crithmum maritimum)



Funcho-do-mar * (Crithmum maritimum L.)
Erva perene (tipo biológico: hemicriptófito)  da família Apiaceae, distribui-se pelas costas europeias e norte-africanas do Atlântico, pelas costas do Mediterrâneo e do Mar Negro e das ilhas da Macaronésia, com excepção de Cabo Verde, despontando em locais rochosos e em areais na proximidade do mar.
* Outros nomes comuns:   Funcho-marítimo, Funcho-marinho, Perrexil-do-mar;  Bacila.
(Local e data: Serra da Arrábida; 27 - Setembro - 2014)
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Urze-vermelha (Erica australis)




Urze-vermelha * (Erica australis L.)
Arbusto perenifólio que pode elevar-se até 2,5 m; folhas lineares. brilhantes, em verticilos de 4; flores com corola tubular ou tubular-campanulada de cor rosada ou avermelhada, agrupadas (2 a 6) em inflorescências umbeliformes dispostas no ápice de ramos laterais.
Tipo biológico: fanerófito;
Família: Ericaceae
Distribuição: Península Ibérica e Noroeste de África.
Em Portugal distribui-se, ainda que de forma descontínua, por todo o território do Continente. Ausente dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.
Ecologia/habitat: matagais e bosques com clareiras, em terrenos secos e com frequência pedregosos, a altitudes até 2000m.
Floração: de Dezembro a Junho.
*Outros nomes comuns: Torga-vermelha; Urgueira; Chamiça.
(Local e data: Serra da Arrábida; 16 - Janeiro - 2017)
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Cenoura-brava-de-crina (Daucus crinitus)






Cenoura-brava-de-crina ou Cenoura-de-folha-miúda (Daucus crinitus Desf.)
Erva perene, com 25 a 100 cm de altura; caule erecto, glabro, frequentemente ramificado a partir da base; folhas basais, numerosas, penatissectas (3 a 4 vezes) com segmentos aparentemente dispostos em verticilos e divisões de última ordem lineares ou linear-lanceoladas; as caulinares mais raras, mas semelhantes às basais e tal como estas penatissectas (1 a 3 vezes); flores brancas agrupadas em umbelas com pedúnculos compridos e com 10 a 30 raios desiguais. 
Tipo biológico: Hemicriptófito;
Família: Apiaceae / Umbelliferae;
Distribuição: Região Mediterrânica Ocidental (Península Ibérica; Marrocos; Argélia e Tunísia)
Em Portugal, embora não seja tão comum quanto a congénere Daucus carota, pode, todavia encontrar-se em quase todo o território do Continente. De facto, parece só não ocorrer no Minho e no Douro Litoral . É também inexistente nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
Ecologia/habitat: clareiras de matos, taludes e bermas de estradas e caminhos, orlas de campos agrícolas, cultivados ou em pousio, a altitudes até 900m. Prefere solos ácidos.
Floração
de Abril a Julho.
 (Local e data: Serra da Arrábida; 16 - Junho - 2015)
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Trevo-bardana (Trifolium lappaceum)






Trevo-bardana (Trifolium lappaceum L.)
Erva anual, algo pilosa, que pode atingir até cerca de 45 cm, com caule erecto ou, mais vulgarmente, ascendente, ramificado desde a base; folhas alternas, mas com as superiores, por vezes, subopostas, trifoliadas, com folíolos quase sésseis, obovados, denticulados na parte apical, pilosos na frente e no verso; flores [com cálice cónico com segmentos ciliados e mais compridos do que que o tubo e com corola (6 a 8 mm) branca ou rosada] agrupadas em inflorescências capituliformes, globosas, sem invólucro, nem bractéolas, aparentemente terminais.
Tipo biológico: terófito;
Família: Fabaceae;
Distribuição: Sul da Europa; Sudoeste da Ásia; Norte de África e Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias).
Em relação à distribuição em território português refira-se que além de presente no arquipélago da Madeira e em algumas ilhas dos Açores, a espécie encontra-se também em quase todo o território do Continente. Ausente apenas na Beira Alta e admite-se que também em Trás-os-Montes, pois é duvidosa a sua ocorrência nesta (antiga) província.
Ecologia/habitat: prados em locais temporariamente alagados, com frequência em solos arenosos ou margosos, a altitudes até 1000 m.
Floração: de Abril a Julho.
(Local e data: Serra da Arrábida; 31 - Maio - 2016)
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Ononis pubescens






Ononis pubescens L.

Erva anual, peloso-grandulosa, que pode atingir até cerca de 75cm de altura, com caules erectos ou ascendentes, muito ramificados; folhas, em geral, trifoliadas, sendo, porém, unifoliadas as correspondentes aos pedúnculos florais, umas e outras com estípulas bem desenvolvidas, com comprimento quase igual, ou mesmo igual, ao do respectivo pecíolo; flores com cálice campanulado, com pêlos glandulíferos e outros, numerosos, não glandulíferos, com dentes oblongo-lanceolados, um tanto recurvados; e com corola, maior que o cálice, composta por estandarte, quilha e asas amareladas; inflorescências unifloras, axilares, dispostas no cimo dos ramos de modo tal que aparentam formar uma só inflorescência racemiforme.
Tipo biológico: terófito;
Família: Fabaceae;
Distribuição: Região Mediterrânica. 
Em Portugal encontra-se apenas no território do Continente e circunscrita ao Algarve, Alto e Baixo Alentejo, Estremadura, Ribatejo, Beira Baixa e Beira Litoral.
Ecologia/habitat: matagais em locais pedregosos, taludes e bermas de estradas e caminhos, em terrenos calcários, a altitudes até 800m.
Floração: de Março a Julho.
[Local e data: Serra da Arrábida; 31 - Maio - 2016)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Convolvulus siculus

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Convolvulus siculus L.
Erva anual, pubescente, escandente, com 10 a 40 cm; caules simples ou escassamente ramificados, erectos (os mais curtos), decumbentes ou volúveis (os mais desenvolvidos); folhas pecioladas, inteiras, com limbo ovado ou ovado-lanceolado com nervuras bem visíveis, truncado ou cordado na base; flores pentâmeras, axilares, em geral solitárias, com corola infundibuliforme, de cor azul escuro ou azul pálido, dispostas em inflorescências pouco densas; fruto constituído por cápsula globosa, glabra.
Tipo biológico: terófito;

Família: Convolvulaceae
Distribuição: Região Mediterrânica e Macaronésia (região onde, no entanto, a espécie se encontra circunscrita aos arquipélagos da Madeira e das Canárias) 
Segundo a Flora Ibérica, ocorrem na Península duas subespécies: a subespécie nominal e a subespécie elongatus, que a mesma fonte diferencia em função do comprimento dos pedicelos [notoriamente mais curtos do que o cálice na frutificação (subespécie nominal) e tão compridos ou apenas ligeiramente mais curtos do que cálice (subespécie elongatus]) e da cor das corolas (azul escuro, na subespécie nominal e azul pálido, quase branco na subespécie elongatus)
De acordo com a mesma fonte, ambas as subespécies ocorrem também em Portugal Continental: a subespécie elongatus circunscrita à Estremadura; a nominal com uma distribuição mais alargada (Algarve, Baixo Alentejo, Estremadura, Beira Baixa e, eventualmente, Trás-os-Montes)
Ecologia/habitat: terrenos pedregosos, na margem de cursos de água e na base de rochedos ou de arribas de natureza calcária.
Floração: de Março a Junho.
[Local e datas: Serra da Arrábida; 7 - Abril - 2014 (foto 1); 29 - Janeiro - 2014 (fotos 3, 5 e 6 ); 23 - Abril - 2016 (fotos 3 e 4)]
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